Eu

Prazer, o meu nome é Cláudia Rodrigues.
Já tinha um blogue de escrita, mas decidi que queria fazer uma mudança e criei este. De qualquer das maneiras, várias mensagens do outro blogue estarão aqui, só que com algumas/muitas alterações, visto que algumas já são antigas. Se quiserem ver à mesma o endereço é o seguinte: howlifeisinpaper.blogspot.com
Vou começar por falar um pouco sobre mim, mais em termos do que acredito do que de mim mesma, porque já nos avisaram 500 mil vezes dos perigos da Internet.

Acredito que todo e qualquer tipo de discriminação deve ser punido.
Que toda a gente tem o direito a ter uma opinião, e que se deve respeitar essas opiniões.
Acredito nos direitos humanos. Igualdade e liberdade para todas as pessoas.
Acredito que o mundo não é a preto e branco. Só porque uma pessoa fez algo horrendo, não deixa de ser humano. Na minha opinião, a pena de morte é hipócrita. Matar alguém para lhe ensinar que isso mesmo é errado. Muito bem, Sociedade.
Se virmos bem, a prisão funciona melhor. Anos e anos sem liberdade, em perigo de vida e a ser usado como brinquedo de chuveiro. A mim soa-me como um bom castigo. Além disso, se simplesmente os matarmos, eles não sofrem. Apenas morrem. E se mataram alguém, merecem sofrer e não escapar-se disso com a morte.
Acredito pia e esperançosamente em Deus. Talvez seja estranho na nossa idade ter-se tanta fé. Não importa. Não acredito Nele da maneira que é descrito na Bíblia. A Bíblia é hipócrita, menosprezando as mulheres e mandando homens para a guerra para lutar por Deus quando um dos mandamentos diz expressamente: Não Matar.
Mas acredito Nele e em Jesus e na Virgem Maria e em santos (não todos). Não acredito em anjos, geralmente. A cena do anjo da guarda é-me confusa. Mas, talvez, quem sabe. Tudo é possível.
Não sou exatamente ambientalista, mas também não gosto de que este seja mal tratado. Poluo como toda a gente e sinto-me culpada por isso.
Nesta ordem de ideias, quero seguir Direito na vertente de Magistratura, entrar na Universidade de Coimbra e depois dependendo da situação do país, quero ir para o estrangeiro. Inglaterra, Itália ou EUA. O que estiver melhor na altura. É mesmo por uma questão económica que penso em emigrar porque este jardim à beira mar plantado é o meu lar, onde estão a minha família, os meus amigos, o meu lar e a minha Pátria. Lá está, mais uma vez o fator idade a dizer que é estranho que tenha um sentido patriótico tão grande. Pois, lamento, Sociedade. Os jovens de hoje em dia são assim.
Gostava de escrever um livro. Não para exibir os meus dotes de escritora, que não são tantos quanto isso, mas porque simplesmente sempre adorei ler. A maneira como as pessoas descrevem situações, ambientes, sentimentos, é simplesmente o meu meio. Se for boa, ótimo, se não, tentei. Estou farta de ''e se?s'' na minha vida.
Sou portista; jogo voleibol no Sporting Clube de Arcozelo, que é, não a minha terra natal, mas a terra em que cresci. Não queria sair daqui por nada deste mundo.
Não se preocupem, não haverão imensidões de textos a descrever-me. Apenas os primeiros. Depois passaremos às histórias. Às que escrevi ou às da minha vida. Estarão por vezes misturadas, tentem portanto fazer o seguimento.
Potenciais leitores, tenho a certeza que nos divertiremos muito.

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