Adeus ...
Amor,
O tempo escasseia. Já lá foram os tempos em que ouvia euforia nos teus passos. Já lá foram as galáxias em que me era fácil amar.
Ver-te agora e ansiar ter pelo menos um olhar teu na minha memória é tortura. Foi tortura sentir-te a esvair-te dos meus dedos. É uma tortura ver que voltaste a amar e que nunca estarei no teu coração de novo.
Eu pergunto-me se fazes tudo para passar perto de mim como eu faço. Pergunto-me se pensas tanto em mim como eu em ti. Penso se tens de facto saudades minhas. Se voltas a como tudo estava há um ano atrás ...
Vai fazer um ano, Amor. Lembraste? Não, claro que não.
Nem eu sei, Amor, o quanto tenho saudades tuas. Detesto mergulhar-me nelas. Detesto quando não consigo evitar fitar as tuas fotografias e surpreender-me com a tua beleza, detesto quando procuro um indício em ti, seja no que for, um indício de que alguma vez te preocupaste, de que alguma vez fui para ti o que foste para mim.
Acho tão patético todo este sentimento, principalmente quando sei que não é mútuo. Mas fui alguma coisa para ti, Amor? Alguma vez?
Tanto tempo da minha vida desperdiçado a amar-te. Já lá vai 1 ano e meio. Vai mesmo um ano e meio. Inacreditável. Ridículo.
Amo-te. É uma realidade que não conheces. Estou agora a mostrar-ta. Quem dera, Amor, que conseguisses adivinhar(-me).
E apesar de todo este sofrimento, é assim que quero passar o resto da minha vida. A ler pequenos gestos teus como enormes, a deitar-me na cama a morrer de saudades da tua voz, dos teus olhos, das tuas mãos... A desfazer-me perante as tuas fotografias...
Simplesmente a amar-te. Mesmo que não seja recíproco.
Amo-te, amo-te, amo-te. Detesto esta palavra e no entanto está a rebentar em mim, a sair-me pelos lábios.
Mesmo que não seja merecido. Mas é completamente adequado. Nunca nada me pareceu tão adequado.
Adeus, Amor. E lembra-te...
Amo-te.
O tempo escasseia. Já lá foram os tempos em que ouvia euforia nos teus passos. Já lá foram as galáxias em que me era fácil amar.
Ver-te agora e ansiar ter pelo menos um olhar teu na minha memória é tortura. Foi tortura sentir-te a esvair-te dos meus dedos. É uma tortura ver que voltaste a amar e que nunca estarei no teu coração de novo.
Eu pergunto-me se fazes tudo para passar perto de mim como eu faço. Pergunto-me se pensas tanto em mim como eu em ti. Penso se tens de facto saudades minhas. Se voltas a como tudo estava há um ano atrás ...
Vai fazer um ano, Amor. Lembraste? Não, claro que não.
Nem eu sei, Amor, o quanto tenho saudades tuas. Detesto mergulhar-me nelas. Detesto quando não consigo evitar fitar as tuas fotografias e surpreender-me com a tua beleza, detesto quando procuro um indício em ti, seja no que for, um indício de que alguma vez te preocupaste, de que alguma vez fui para ti o que foste para mim.
Acho tão patético todo este sentimento, principalmente quando sei que não é mútuo. Mas fui alguma coisa para ti, Amor? Alguma vez?
Tanto tempo da minha vida desperdiçado a amar-te. Já lá vai 1 ano e meio. Vai mesmo um ano e meio. Inacreditável. Ridículo.
Amo-te. É uma realidade que não conheces. Estou agora a mostrar-ta. Quem dera, Amor, que conseguisses adivinhar(-me).
E apesar de todo este sofrimento, é assim que quero passar o resto da minha vida. A ler pequenos gestos teus como enormes, a deitar-me na cama a morrer de saudades da tua voz, dos teus olhos, das tuas mãos... A desfazer-me perante as tuas fotografias...
Simplesmente a amar-te. Mesmo que não seja recíproco.
Amo-te, amo-te, amo-te. Detesto esta palavra e no entanto está a rebentar em mim, a sair-me pelos lábios.
Mesmo que não seja merecido. Mas é completamente adequado. Nunca nada me pareceu tão adequado.
Adeus, Amor. E lembra-te...
Amo-te.
Comentários
Enviar um comentário